Quem vende móveis, decoração, roupas ou materiais num espaço físico sabe que muita venda começa antes da visita: a pessoa vê uma peça no Instagram, pergunta pelo WhatsApp e só depois vai até a loja. Um site bem pensado organiza esse caminho, sem exigir uma loja virtual completa.
O site de uma loja física ou showroom deve mostrar o que existe, convidar para a visita e levar a conversa ao WhatsApp: catálogo com fotos reais, endereço, horários, agendamento de visita e um botão por produto com a referência já escrita. Loja virtual com carrinho e pagamento só é necessária quando a venda a distância é frequente.
Catálogo ou loja virtual?
Para móveis sob encomenda, peças caras ou produtos que o cliente quer ver de perto, o catálogo com WhatsApp costuma ser o formato certo.
O que o site precisa ter
- Título com o que você vende e onde: "Móveis de madeira maciça em Itaipava", por exemplo.
- Catálogo organizado por linha, ambiente ou coleção.
- Fotos reais das peças e do espaço, com boa luz. Elas mostram acabamento, cor e escala.
- Botão de WhatsApp por produto, com a referência na mensagem.
- Visite o showroom: endereço, mapa, horários, estacionamento e opção de agendar.
- Pagamento e entrega: formas aceitas, prazos de produção e região de entrega.
- Sobre a loja: história, fabricação ou curadoria, garantia.
O pedido que já chega com contexto
Quando cada produto tem o próprio botão, a mensagem chega pronta: "Olá! Tenho interesse no sofá modelo Lagoa, cor areia". O vendedor não precisa perguntar qual peça, e o cliente não precisa descrever. O artigo sobre o botão de WhatsApp explica como montar esse link.
Se o site faz oferta ou venda
Decreto nº 7.962/2013: sites usados para oferta ou venda ao consumidor devem mostrar, em local de destaque, nome empresarial e CNPJ, endereço físico e eletrônico, características essenciais dos produtos, preço com despesas adicionais (como frete), condições da oferta, formas de pagamento e prazo de entrega. Um catálogo que só apresenta peças e leva à conversa tem menos exigências, mas mostrar esses dados também passa confiança.
Google Maps e a busca local
- Crie o Perfil de Empresa no Google com a categoria certa, horários, fotos do showroom e o link para o site. Veja como aparecer no Google Maps.
- Escreva no site o tipo de produto e o bairro ou a cidade.
- Peça avaliações a quem comprou.
Qual formato escolher
- Poucas linhas de produto: uma página de várias seções, com o catálogo resumido e o WhatsApp.
- Muitas peças ou coleções: um site de várias páginas, com uma página por linha ou ambiente.
- Venda a distância frequente: loja virtual, com escopo e prazo definidos no orçamento.
O guia landing page ou site completo ajuda a decidir, e quanto custa um site mostra os valores de partida.
Perguntas frequentes
Minha loja precisa de uma loja virtual?
Nem sempre. Se a venda acontece na visita ou na conversa, um catálogo com fotos, descrições e botão de WhatsApp por produto costuma bastar. Loja virtual, com carrinho, frete e pagamento no site, é um escopo maior e faz sentido quando a venda a distância é frequente.
O que o site de um showroom precisa ter?
Catálogo organizado por linha ou ambiente, fotos reais, endereço e mapa, horários, opção de agendar visita, formas de pagamento e entrega, e um botão de WhatsApp com a referência do produto.
Preciso mostrar preço no catálogo?
Não é obrigatório num catálogo que só apresenta produtos. Se o site faz oferta ou venda, o Decreto nº 7.962/2013 pede preço com despesas adicionais, condições da oferta e formas de pagamento, entre outras informações.
Como o cliente pede um produto pelo WhatsApp?
Cada produto pode ter um botão que abre o WhatsApp com a referência já escrita, como "Olá! Tenho interesse no sofá modelo X, cor Y". Assim a conversa começa com o contexto certo.
Quanto custa um site para loja ou showroom?
Na Insights, os pacotes partem de R$640. Um catálogo com muitas peças costuma ter o escopo de uma página de várias seções ou de um site de várias páginas, com valor e prazo definidos no orçamento.